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CAMBÉ, NORTE DO PARANÁ, Brazil

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

VEREADORES REJEITAM DENUNCIA CONTRA PREFEITO.


Em sessão ordinária, realizada na terça-feira (9), os vereadores de Cascavel apreciaram pedido de iniciativa popular para abertura de investigação contra o prefeito Edgar Bueno (PDT). Os autores da ação argumentam que existem fortes indícios de irregularidade no processo licitatório que culminou com a aquisição de 25 mil kits de uniforme escolar já distribuídos aos alunos da rede pública. Na ação, os responsáveis citaram três crimes: licitação dirigida, má qualidade dos itens do kit e superfaturamento. 

Mas, a solicitação acabou rejeitada por 10 votos a quatro. Assim, o processo é arquivado no que tange ao Legislativo. Os vereadores que votaram contra a abertura de investigação argumentaram que as denúncias já estão sendo verificadas pelo Ministério Público.

SE A MODA PEGA!!!!!!


SÓ RESTA SABER QUEM VAI DEVOLVER O DINHEIRO.


A Promotoria de Justiça de Proteção do Patrimônio Público de Uraí, no Norte Pioneiro, apresentou ação civil pública contra o ex-prefeito da cidade, Susumo Itimura, por ato de improbidade administrativa. O Ministério Público sustenta que ele é responsável pelo desvio indevido de verbas do Município em favor de Sérgio Henrique Pitão, que também é requerido na ação. 

Conforme apurado pelo MP, Pitão teria apoiado Itimura durante a campanha eleitoral, em 2004. Com a eleição do prefeito, passou a receber quase que mensalmente R$ 600 da Prefeitura, como "paga" pelo trabalho nas eleições. De 2005 a 2008 estima-se um rombo nos cofres públicos de R$ 27.600. Para tentar justificar o desvio de verba, eram emitidas notas frias por supostos serviços prestados por Pitão ao Departamento Municipal de Esportes. Como resume a Promotoria na ação: "Assim, passaram a agir de maneira ilegal, criminosa e ímproba, promovendo o malbaratamento da verba pública, através de desvio e de pagamentos indevidos, mensalmente ao segundo requerido, visando o seu enriquecimento ilícito e em absoluto prejuízo ao erário". O responsável pelo caso é o promotor de Justiça José Roberto Manchini. Uma eventual condenação por improbidade pode levar a sanções como a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, devolução do dinheiro desviado aos cofres públicos e multa.

PROJETO DA MURALHA SERÁ RETIRADO DE PAUTA


O vereador Roberto Fú (PDT) deve retirar de pauta o projeto 161/2011, que altera zoneamento urbano da cidade e permite a instalação de novos supermercados e outras lojas no quadrilátero central de Londrina. A matéria está na pauta da sessão desta quinta-feira (11), mas recebeu parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça que justifica "que a revogação das leis em questão trará enormes prejuízos os pequenos comerciantes de nossa cidade." 

A polêmica em torno da lei começou no início do ano. Fú quer suplantar a chamada 'Lei da Muralha', criada em 2006, ainda na gestão do petista Nedson Micheleti. Na época, dois projetos (9.869/2005 e 10.092/2006) impediam instalação de novos pólos geradores de tráfego e ruídos no quadrilátero central. O pedetista argumenta que o projeto "fere o princípio da livre iniciativa e da livre concorrência" e gera atraso para a cidade. Fú tenta flexibilizar a questão - autoriza a instalação de mercados, hipermercados e lojas de home center desde que "obedeçam ao Código de Posturas do Município e à Lei de Uso e Ocupação do Solo". Ele recebeu apoio de entidades civis organizadas e órgãos públicos como a Acil, Ippul, Obras, Consemma e Apras Estadual. O parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) leva em consideração justificativas da Prefeitura, que elenca uma série de problemas para instalação de hipermercados no quadrilátero central - excesso de moradores, ruas estreitas, grande circulação de veículos, falta de planejamento histórico. A CCJ também aponta que a autorização agora fere o "princípio da livre concorrência - impedimento de instalação de estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em determinada área." São necessários mais de dez votos para derrubada do parecer jurídico/político da CCJ. Fú acha difícil obter, em tão pouco tempo, apoio de outros parlamentares. "De primeiro momento, para não perder o projeto, eu vou retirá-lo de pauta. Acho difícil conseguir treze votos", afirmou. O pedetista não pensa em desistir da matéria. "Mesmo assim, vou buscar assessoria jurídica. Tenho que procurar outra alternativa e provar que esse projeto não é inconstitucional", concluiu. Assinam o parecer contrário os vereadores Jairo Tamura (PSB) e Ivo de Bassi (PTN), membros da CCJ. O presidente da comissão, Sebastião dos Metalúrgicos (PDT), não assina o documento. Ele é favorável a revogação.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PMDB SE QUEIJA DE ABANDONO PELO PT.

deputado estadual diz que PSDB oferece melhores vantagens.
O PMDB foi abandonado pelo PT, segundo relato do deputado estadual e membro do diretório estadual Nereu Moura. Enquanto o PT desdenha, o PSDB faz propostas duradouras, envolvendo a sucessão estadual de 2014, comparou Moura.

Sentindo-se no controle do partido no estado, os deputados estaduais avaliam que estão com a faca e o queijo na mão para conversar despreocupadamente com o governador Beto Richa (PSDB), sem temer represálias do senador Roberto Requião, que comando o partido em Curitiba. Ainda que o PMDB esteja no governo federal, o PMDB paranaense está isolado, disse Moura.

“Do PT não veio nada. O PT tem três ministros paranaenses, mas nós nunca recebemos um convite para conversar, para discutir qualquer coisa. Já do governo do Paraná nós recebemos convite para discutir estratégias e uma aliança para 2012, com perspectivas para 2014″, afirmou o peemedebista.

Se dos doze atuais peemedebistas, mais da metade já está afinada com a base do governo, o quadro pode evoluir para cem por cento até o próximo ano, apontou Moura. “Nós não vamos fazer acordo oportunista. Se tivermos que ir para a base será de mala e cuia e é um caminho sem volta”, comentou o deputado, citando que os deputados federais do partido estão pensando da mesma forma.


FORÇA SINDICAL ANUNCIA APOIO AOS TUCANOS DE MINAS GERAIS

PELEGOS DA FORÇA SINDICAL VAI PARA O NINHO TUCANO.

A Força Sindical de Minas Gerais prepara uma ação de filiação em massa ao PSDB no estado, como parte de uma estratégia nacional de aproximação do partido com os sindicalistas. O evento, marcado para o dia 20 de agosto, contará com a participação de lideranças tucanas, como o governador Antonio Anastasia e o senador Aécio Neves, apontado pelo presidente da entidade como o principal responsável pela aproximação com a legenda.
  Líder e organizador do ingresso dos sindicalistas no PSDB mineiro, Rogério Fernandes, presidente da Força Sindical no estado, é um dos que sairão de seu partido, em sua maioria da base aliada, e entrarão para a oposição. Atualmente ele é filiado ao PDT, mesmo partido do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva e do secretário-geral João Carlos Gonçalves.  
 Esse gesto do Aécio de aproximação com a Força aqui do estado foi muito positivo, conversamos, principalmente sobre a pauta trabalhista no Congresso, e ele foi muito receptivo, ajudou a abrir o espaço para discutir questões trabalhistas no PSDB - afirma ele. 
 São pessoas saindo do PMDB, do PTB, do PV e do PDT - diz o dirigente mineiro, para quem a questão não seria de abandonar a base aliada do governo, mas de "ir aonde há espaço para avançar a agenda trabalhista".
 
- Com os oito anos de governo Lula nós avançamos em várias partes, como o aumento real do salário mínimo, a aproximação com as centrais sindicais, mas ainda falta muita coisa. O fator previdenciário, por exemplo, é uma dívida com o trabalhador que não foi paga. Faz parte de uma dívida histórica. Estamos indo para o PSDB porque achamos que lá podemos ajudar a avançar e aprovar essas medidas e que teremos o apoio para lutar por isso. Não vamos abandonar nossas bandeiras, eles é que abriram espaço para recebê-las - declara o futuro tucano.


BRASIL SEM MISÉRIA

Ministra da assistência social cobra em seminario maior desempenho dos municípios.
A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, afirmou nesta segunda-feira (8) em seminário de assistência social,  que o bom desempenho do plano de erradicação da extrema pobreza, o Brasil Sem Miséria, depende da cooperação entre governo federal e governos estaduais e municipais. "O conjunto de nossos gestores, no governo federal, nos estados e nos municípios, têm que estar trabalhando conjuntamente", disse a ministra.

Além do Cadastro Único, cadastro de famílias que podem receber benefícios sociais a ser feito com apoio dos governos municipais, o governo federal espera contar com um mapeamento de oportunidades de trabalho de cada região, a ser feito também pelas prefeituras municipais. A intenção com isso é criar cursos de capacitação nas áreas que demandam mão-de-obra.

Conforme a ministra, o Brasil sem Miséria tem por objetivo tirar da situação de extrema pobreza mais de 16 milhões de brasileiros. As ações deste novo plano têm três frentes de atuação: a distribuição de renda, a inclusão produtiva e o maior acesso aos serviços públicos, como saúde, e educação.

Dados apontam que 51% dos brasileiros que se encontram em situação de extrema pobreza são menores de 19 anos,destes  59% dos brasileiros que vivem em extrema pobreza estão na região Nordeste. 17% dos brasileiros nesta situação estão na região Norte, 3% na região Centro-Oeste, 17% na região Sudeste e 4% na região Sul.

Os brasileiros que estão nessa situação e terão direito aos benefícios do plano Brasil sem Miséria, estão na área rural, a inclusão produtiva será feita através de assistência técnica, distribuição de sementes, além de programas como Luz para Todos e Água pra Todos. Além disso, o plano Brasil sem Miséria prevê o pagamento de R$ 300, a cada trimestre, para famílias que preservem áreas como reservas extrativistas e florestas nacionais. O valor deve ser transferido por meio do cartão do Bolsa Família.

BRASIL SEM MISÉRIA

Ministra da assistência social cobra em seminario maior desempenho dos municípios.
A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, afirmou nesta segunda-feira (8) em seminário de assistência social,  que o bom desempenho do plano de erradicação da extrema pobreza, o Brasil Sem Miséria, depende da cooperação entre governo federal e governos estaduais e municipais. "O conjunto de nossos gestores, no governo federal, nos estados e nos municípios, têm que estar trabalhando conjuntamente", disse a ministra.

Além do Cadastro Único, cadastro de famílias que podem receber benefícios sociais a ser feito com apoio dos governos municipais, o governo federal espera contar com um mapeamento de oportunidades de trabalho de cada região, a ser feito também pelas prefeituras municipais. A intenção com isso é criar cursos de capacitação nas áreas que demandam mão-de-obra.

Conforme a ministra, o Brasil sem Miséria tem por objetivo tirar da situação de extrema pobreza mais de 16 milhões de brasileiros. As ações deste novo plano têm três frentes de atuação: a distribuição de renda, a inclusão produtiva e o maior acesso aos serviços públicos, como saúde, e educação.

Dados apontam que 51% dos brasileiros que se encontram em situação de extrema pobreza são menores de 19 anos,destes  59% dos brasileiros que vivem em extrema pobreza estão na região Nordeste. 17% dos brasileiros nesta situação estão na região Norte, 3% na região Centro-Oeste, 17% na região Sudeste e 4% na região Sul.

Os brasileiros que estão nessa situação e terão direito aos benefícios do plano Brasil sem Miséria, estão na área rural, a inclusão produtiva será feita através de assistência técnica, distribuição de sementes, além de programas como Luz para Todos e Água pra Todos. Além disso, o plano Brasil sem Miséria prevê o pagamento de R$ 300, a cada trimestre, para famílias que preservem áreas como reservas extrativistas e florestas nacionais. O valor deve ser transferido por meio do cartão do Bolsa Família.